Exportar este item: EndNote BibTex

Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1912
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCOSTA, Gercimar Martins Cabral-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2833307152845720por
dc.contributor.advisor1MORAIS, Isa Lucia de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6372928256741767por
dc.contributor.referee1MORAIS, Isa Lucia de-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6372928256741767por
dc.contributor.referee2SANTOS, Jean Carlos Vieira dos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7542926208646393por
dc.contributor.referee3SOUZA, Angela Marcia de-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9528354740476743por
dc.date.accessioned2026-02-03T16:20:38Z-
dc.date.issued2025-03-28-
dc.identifier.citationCOSTA, Gercimar Martins Cabral. Potencial de ecoturismo, mapeamento e caracterização de cachoeiras em Quirinópolis, Goiás, Brasil. 2025. 99 f. Dissertação (Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Ambiente e Sociedade) - Universidade Estadual de Goiás, Quirinópolis.por
dc.identifier.urihttp://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1912-
dc.description.resumoO presente estudo avalia o potencial de ecoturismo no município de Quirinópolis, Goiás, Brasil, com foco no mapeamento, caracterização das cachoeiras e o planejamento sustentável desses atrativos naturais. A pesquisa foi motivada pela necessidade de explorar o ecoturismo na região de maneira responsável, considerando a crescente demanda por práticas sustentáveis que conciliem preservação ambiental e desenvolvimento econômico. Utilizando uma abordagem qualitativa e quantitativa, o trabalho realizou um estudo bibliográfico, mapeamento técnico com drones e georreferenciamento, e a caracterização de dez cachoeiras em um raio de até 60km do perímetro urbano quanto aos aspectos estruturais. Os resultados indicam que a região possui significativo potencial para o ecoturismo, com cachoeiras bem preservadas. Entretanto, foram identificadas deficiências em infraestrutura e acessibilidade, por ainda ser pouco explorado, representando desafios para a implementação de um turismo sustentável, tornando-se essencial o desenvolvimento de estratégias que incluem investimentos em infraestrutura, ações educativas para sensibilização da população e turistas, e a integração entre os setores público e privado para a criação de políticas públicas que fomentem o ecoturismo na região. A pesquisa reforça a importância do planejamento técnico-científico para o desenvolvimento do ecoturismo e turismo de aventura, destacando a Educação Ambiental como um instrumento essencial para promover a conscientização e o engajamento da sociedade. O estudo aponta que, embora Quirinópolis apresente grande potencial para consolidar-se como um destino de ecoturismo e turismo de aventura, é fundamental superar os desafios estruturais e implementar estratégias que alinhem conservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico. Dessa forma, a região pode tornar-se um exemplo de ecoturismo, contribuindo para a preservação de seus recursos naturais e para o fortalecimento da economia local.por
dc.description.abstractThis study assesses the potential for ecotourism in the municipality of Quirinópolis, Goiás, Brazil, focusing on mapping and characterizing waterfalls and the sustainable planning of these natural attractions. The research was motivated by the need to explore ecotourism in the region in a responsible manner, considering the growing demand for sustainable practices that reconcile environmental preservation and economic development. Using a qualitative and quantitative approach, the work carried out a bibliographic study, technical mapping with drones and georeferencing, and the characterization of ten waterfalls within a radius of up to 60 km from the urban perimeter regarding their structural aspects. The results indicate that the region has significant potential for ecotourism, with well-preserved waterfalls. However, deficiencies in infrastructure and accessibility were identified, as it is still little explored, representing challenges for the implementation of sustainable tourism, making it essential to develop strategies that include investments in infrastructure, educational actions to raise awareness among the population and tourists, and integration between the public and private sectors for the creation of public policies that promote ecotourism in the region. The research reinforces the importance of technical and scientific planning for the development of ecotourism and adventure tourism, highlighting Environmental Education as an essential tool for promoting awareness and engagement in society. The study points out that, although Quirinópolis has great potential to consolidate itself as an ecotourism and adventure tourism destination, it is essential to overcome structural challenges and implement strategies that align environmental conservation and socioeconomic development. In this way, the region can become an example of ecotourism, contributing to the preservation of its natural resources and to the strengthening of the local economy.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Leusimar Santos (leusimar.santos@ueg.br) on 2026-02-03T16:20:38Z No. of bitstreams: 2 Dissert_2025_PPGAS_Gercimar Martins Cabral Costa.pdf: 2844938 bytes, checksum: b1cab6c894ba73bcfabe9608c73bdbf6 (MD5) license.txt: 2109 bytes, checksum: b76a28645f58b21aeda00ac459312a65 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-02-03T16:20:38Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissert_2025_PPGAS_Gercimar Martins Cabral Costa.pdf: 2844938 bytes, checksum: b1cab6c894ba73bcfabe9608c73bdbf6 (MD5) license.txt: 2109 bytes, checksum: b76a28645f58b21aeda00ac459312a65 (MD5) Previous issue date: 2025-03-28eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Goiáspor
dc.publisher.departmentUEG ::Coordenação de Mestrado em Ambiente e Sociedadepor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEGpor
dc.publisher.programPrograma de Pós Graduação Stricto Sensu em Ambiente e Sociedadepor
dc.relation.referencesARÉVALO, P. et al. La ruta turística enológica en Querétaro y Baja California, México: Un enfoque estratégico. Revista interamericana de ambiente y turismo, v. 14, n. 2, p. 122-134, 2018. AVILA, M.A. et al. El Método Dep Como Herramienta Para El Análisis De Destinos Turísticos. Su aplicación en Ilhéus/BA–Brasil. Estudios y perspectivas en turismo, v. 24, n. 2, p. 414-429, 2015. BRAGA, Débora Cordeiro. Planejamento Turístico: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. BRANCALIONE, L. Educação Ambiental: refletindo sobre aspectos históricos, legais e sua importância no contexto social. Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai –IDEAU. Revista de Educação do Rei, v. 11. n. 23, 2016. BRASIL. Ministério do Turismo. Ecoturismo: orientações básicas. Ministério do Turismo, Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico, Coordenação Geral de Segmentação. 2.ed. Brasília: Ministério do Turismo, 2010. CASEMIRO, Í. P.; SIMÕES, B. F. T.; MORAES, C. M. S. Análise da aplicabilidade da Matriz SWOT na gestão e planejamento em Ecoturismo: uma revisão da literatura. Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 15, n. 1, 2022. CASTRO, C. A. T; GALVÃO, P. L. A; BINFARÉ, P. W. Fatores que influenciam a demanda por qualificação profissional para o desenvolvimento do ecoturismo no Brasil. Revista Brasileira de Ecoturismo, v.11, n.4, p.634-644, 2019. CEBULISKI, B. S. P. A perspectiva turística para lugares remotos: Análise do município de Laranjal do Jari (AP). Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 15, n. 5, 2022. DIAS, Reinaldo. Turismo sustentável e meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2003. GARCÍA REINOSO, N.; CHILAN, D.; YAMIL, N. El producto turístico comunitário como estrategia para diversificar las economías locales del cantón Bolívar, província de Manabí, Ecuador. Revista interamericana de ambiente y turismo, v. 13, n. 1, p. 105-116, 2017. GARCÍA, N.; QUINTERO, Y. Producto de sol y playa para el desarrollo turístico del Municipio Trinidad de Cuba. Revista interamericana de ambiente y turismo, v. 14, n. 1, p. 52-64, 2018. GORANCZEWSKI, B.; PUCIATO, D. SWOT analysis in the formulation of tourism development strategies for destinations. Turyzm/Tourism, v. 20, n. 2, p. 45–53, 2011. MORALES-FERNÁNDEZ, E.J.; LANQUAR, R. El futuro turístico de una ciudad Patrimonio de la Humanidad: Córdoba 2031. Tourism & Management Studies, v. 10, n. 2, p. 07-16, 2014. NEGA, D. Management Issues and the Values of Safeguarding the Intangible Cultural Heritage for Cultural Tourism Development: The Case of Ashendye Festival, Lalibela, Ethiopia. Management, v. 38, 2018. OKAN, T. et al. Assessing ecotourism potential of traditional wooden architecture in rural areas: The case of Papart Valley. Sustainability, v. 8, n. 10, p. 974, 2016. PFEIFF, G.K. et al. Turismo y Desarrollo Local Sustentable: Factores limitantes y potencialidades de la playa de Ajuruteua en el Estado de Pará, Brasil. Estudios y perspectivas en turismo, v. 27, n. 3, p. 716-736, 2018. SANCHO-PIVOTO, A.; ALVES, A. F.; ROCHA, M. C. R. Ecoturismo em áreas protegidas: um olhar sobre o perfil de visitantes do Parque Estadual do Ibitipoca, Minas Gerais, Brasil. Revista Geografias, v. 14, n. 2, p. 54-79, 2022. SIMONETTI, S. R.; NASCIMENTO, E. P. Uso público em Unidades de Conservação: fragilidades e oportunidades para o turismo na utilização dos serviços ecossistêmicos. Somanlu: Revista de estudos amazônicos, v. 12, p. 173-190, 2012. World Tourism Organization, UNWTO Tourism Definitions, UNWTO, Madrid, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.18111/9789284420858. Acesso em: 05 jan. 2025. AHO, S. K. Towards a general theory of touristic experiences: Modelling experience process in tourism, Tourism Review, v. 56, n. 3/4, p. 33-37, 2001. Disponível em: https://doi.org/10.1108/eb058368. Acesso em: 22 mar. 2023. ALVES, M. C. Conscientização Turística em Antonina, Paraná. In: REJOWSKI, M. (Org.). ECA – Escola de Comunicação e Artes da USP. Revista Turismo em Análise, v. 10, n. 1, São Paulo, 1999. BARBIERI, J. C. Gestão Ambiental Empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. BENI. M. Turismo: da economia de serviços à economia da experiência. Revista Turismo - Visão e Ação, Balneário Camboriú, v. 6, n. 3, p. 295-305, set./dez. 2004. Disponível em: https://periodicos.univali.br/index.php/rtva/article/view/1063. Acesso em: 23 jun. 2023. BEZERRA, L. T. Experiência Memorável de Turistas em Natal – RN. Revista Turismo em Análise, São Paulo: ECA-USP, v. 30, n. 3, p. 480-495, set./dez. 2019. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v30i3. Acesso em: 22 jul. 2023. BRASIL. Ministério do Turismo. Tour da experiência. Manual tour da experiência 2010: conceituação, 2010. Disponível em: http://www.tourdaexperiencia.com.br/arquivos/manual_conceituacao.pdf. Acesso em: 23 jun. 2023. BRASIL. Lei no 9.795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre Política Nacional de Educação Ambiental. CUTLER, S.; CARMICHAEL, B. The dimensions of the tourist experience, In: MORGAN, M. et al (Eds.), The tourism and leisure experience: consumer and managerial perspectives, Bristol: Channel View Publications, p. 3-26, 2010. DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2005. FONSECA, J. J. S. Metodologia da pesquisa científica. Fortaleza: UEC, 2002. GASTAL, S. A.; MOESCH, M. Turismo, políticas públicas e cidadania. São Paulo: Aleph, 2007. GRABURN, N. Turismo: el viaje sagrado. In: SMITH, V.S. (Coord.). Anfitriones e invitados: antropología del turismo. Madrid: Endymión, 1989. GÚZMAN, S. J. M.; VIEIRA JUNIOR, A.; SANTOS, I. J. dos. Turismo de experiência: uma proposta para o atual modelo turístico em Itacaré – Bahia. Revista de Cultura e Turismo, v. 5, n. 1, 2011. Disponível em: http://periodicos.uesc.br/index.php/cultur/article/view/272. Acesso em: 03 jun. 2023. LI, Y. Geographical consciousness and tourism experience. Annals of Tourism Research, [S.I.], v. 27, n. 4, p. 863–883, out. 2000. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0160738399001127. Acesso em: 23 jun. 2023. LOUREIRO, C. F. B. Trajetória e Fundamentos da Educação Ambiental. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2006. MAZARO, R. M. Competitividade e Inovação em Turismo. In: BENI; M. C. (Org.). Turismo: planejamento estratégico e capacidade de gestão. São Paulo: Manole, p. 367-381, 2012. MENDONÇA, R.; NEIMAN Z. Ecoturismo: Discurso, Desejo e Realidade, Meio ambiente, educação e ecoturismo. São Paulo: Manole, 2002. MINISTÉRIO DO TURISMO. Tour da experiência. 2006. Disponível em:http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/o_ministerio/publicacoes/downloa ds_publicacoes/Estudo_de_Caso_Tour_Experiencia.pdf&ved=2ahUKEwji9fiA6sXsAhUWEbkGHaAsAysQFjAAegQIAxAC&usg=AOvVaw2ETo7JEXO1GEqduu0_xiXj. Acesso em: 21 jun. 2023. MONTEIRO, J. O. Novas tendências no mercado turístico: Análise de algumas agências de viagens online no Brasil. Rio de Janeiro: CEFET, 2014. NASCIMENTO, I. M., MAIA, A. F., DIAS, P. O. A experiência como produto turístico: a emoção e a sensação do novo e diferente. Turismo: Estudos e Práticas - UERN, v.1, n. 2, p. 142-159, 2012. Disponível em: http://periodicos.uern.br/index.php/turismo/article/view/342/231. Acesso em: 21 jun. 2023. NETTO, A. P.; GAETA, C. Turismo de Experiência. São Paulo: Senac, 2010. OH, H., FIORE, A. M., JEOUNG, M. Measuring Experience Economy Concepts: Tourism Applications, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1177/0047287507304039. Acesso em: 22 jul. 2023. PEDRINI, A. de G.; TORGANO, M. F. Ecoturismo com Educação Ambiental: discursos e práticas. In: PEDRINI, A. de G. (org.). O Ecoturismo e a Educação Ambiental. Rio de Janeiro: Papel Virtual, 2005. PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL – ProNEA, 3a Edição quarto ciclo do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2005. REIS, R. R. V.; BRITO, T. M.; FREITAS, T. D. M. Experiências Turísticas: uma reflexão sob a abordagem do marketing. Research, Society and Development, v. 9, n. 9, 2020. Disponível em: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i9.6441. Acesso em: 22 jul. 2023. ROCKTAESCHEL, B. M. M. M. Terceirização em áreas protegidas: estímulo ao ecoturismo no Brasil. São Paulo: Senac, 2006. RUSCHMANN, D. V. de M. Turismo e planejamento sustentável. A proteção do meio ambiente. Campinas: Papirus, 1997. RYAN, C. Stages, gazes and constructions of tourism. In: RYAN, C., (Ed.). The tourist experience. 2.a ed., Australia: Thomson, p. 1-26, 2002. SANSOLO, D; CAVALHEIRO, F. Geografia e Educação Ambiental. In: SANTOS, José Eduardo dos; SATO, Michele (orgs.). A contribuição da Educação Ambiental à esperança de Pandora. São Carlos: Rima, 2006. SCHMITT, B. H. Marketing experimental. São Paulo: Nobel, 2002. SELSTAD, L. The Social Anthropology of the Tourist Experience. Exploring the Middle Role. Scandinavian Journal of Hospitality and Tourism, v. 7, n. 1, 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1080/15022250701256771. Acesso em: 22 jul. 2023. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2007. SILVA, E. M. C.; TRENTIN, F. Turismo de Experiência: L ‘Arte Ceccato Vila Flores. Caderno Virtual de Turismo, v. 18, n. 3, 2018. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=115459330011. Acesso em: 17 Abr. 2023. SOARES, T. C. Características do Turismo de Experiência: Estudos de caso em Belo Horizonte e Sabará sobre inovação e diversidade na valorização dos clientes, 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Turismo) – Universidade Federal de Minas Gerais, Curitiba, 2009. SWARBROOKE, J. Turismo sustentável: conceitos e impacto ambiental. 3. ed. São Paulo: Aleph, 2002. SUN TUNG, V. W.; RITCHIE, J. R. B. Exploring the essence os memorable tourism experiences. Annals of Tourism Research, v. 38, n. 4, p. 1367-1386, 2011. TRIGO, L. G. G. A viagem: caminho e experiência. São Paulo: Aleph, 2013. TUAN, Y-F. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. São Paulo: Difel, 1983. UNWTO. Définitions du tourisme de l’OMT. In: UNWTO Tourism Definitions Définitions du tourisme de l’OMT | Definiciones de turismo de la OMT. World Tourism Organization (UNWTO), 2019. Disponível em: https://doi.org/10.18111/9789284420858. Acesso em: 22 jul. 2023. VIGNATI, F. Economia do Turismo: como Gerar Empregos, Rendimentos e Prosperidade em Moçambique. Moçambique: Ndjira, 2013. Agência Estadual de Turismo. Governo de Goiás. Disponível em: https://goias.gov.br/turismo/novo-mapa-do-turismo-de-goias-passa-a-contar-com-86- municipios/. Acesso em: 10 dez. 2024. ANA (Agência Nacional de Águas). Relatório de estudos hidrológicos na bacia do rio Xingu. Brasília: Agência Nacional de Águas - ANA, NHI, 2008. Disponível em: https://cbhparanaiba.org.br/uploads/documentos/PRH_PARANAIBA/DOCUMENTOS_ APOIO/Parte_A_Caracterizacao_Bacia.pdf. Acesso em: 10 jan. 2023. ANDERSEN, N. S.; TRENTIN, B. E.; COSTA, C. D. P.; BECHARA, F. C. Scientific Ecotourism in Brazil. Revista Brasileira de Ecoturismo, v.12, n.4, 2019. ANTUNES, M. A. H.; DEBIASI, P.; SIQUEIRA, J. C. S. Avaliação espectral e geométrica das imagens RapidEye e seu potencial para o mapeamento e monitoramento agrícola e ambiental. Revista Brasileira de Cartografia, v. 66, p.101-113, 2014. AZEVEDO, G. X. de; COSTA, G. M. C. Metodologia da Pesquisa Facilitada. Goiânia: Agbook, 2021. BECK, S. Com Unhas e Dentes. 2. ed. [S.l.]: Edição do Autor, 2002. BORGES; V. M. S.; SILVA, A. A.; CASTRO, S. S. Caracterização Edafoclimática da Microrregião de Quirinópolis-GO para o cultivo da cana-de-açúcar. Goiânia: UFG, 2011. Disponível em:http://www.labogef.iesa.ufg.br/labogef/arquivos/downloads/caracterizacao_edafoclimatica_47248.pdf. Acesso em: 26 out. 2023. BORSATO, R.; LOYOLA, R.; LEMES, P. Ecorregiões do Brasil – prioridades terrestres e marinhas. Série Cadernos Técnicos - Volume III. Instituto LIFE (Lasting Initiative for Earth). Versão I – 15.01. 2015. BOURLON, F.; MAO, P. Las formas del turismo científico en Aysén, Chile. Gestión Turística, v. 15, p. 74-98, 2018. BRANCALIONE, L. Educação Ambiental: Refletindo Sobre Aspectos Históricos, Legais E Sua Importância No Contexto Social. Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai –IDEAU. Revista de Educação do Rei, v. 11. n. 23, 2016. BRASIL. Ministério do Turismo. Ecoturismo: orientações básicas. Ministério do Turismo, Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico, Coordenação Geral de Segmentação. 2. ed. – Brasília: Ministério do Turismo, 2010. BRASIL. Ministério do Turismo. Turismo Acessível: Bem Atender no Turismo de Aventura Adaptada. Brasília: [s.n.], v. IV, 2009. 88 p. CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A.M.V. Introdução à ciência da geoinformação. São José dos Campos, SP: INPE, 2001. CASTRO, C.A.T; GALVÃO, P.L.A; BINFARÉ, P.W. Fatores que influenciam a demanda por qualificação profissional para o desenvolvimento do ecoturismo no Brasil. Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 11, n. 4, 2019. CEBULISKI, B. S. P. A perspectiva turística para lugares remotos: Análise do município de Laranjal do Jari (AP). Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 15, n. 5, 2022. CRUZ, R. C. A. da. Política de Turismo e Território. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2001. DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2002. DIAS, Reinaldo. Turismo sustentável e meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2003. Fundação SOS Mata Atlântica, INPE & Instituto Socioambiental. Atlas da evolução dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e ecossistemas associados no período de 1990-1995. São Paulo, 1998. GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999. GOIÁS. Lei no 21.792, de 16 de fevereiro de 2023. Disponível em: https://legisla.casacivil.go.gov.br/pesquisa_legislacao/106749/lei-21792. Acesso em: 11 dez. 2024. GONSALVES, E.P. Iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Alínea, 2001. i3Geo – Ministério do Meio Ambiente, 2017. Disponível em: https://pnla.mma.gov.br/i3geo. Acesso em: 10 jan. 2023. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades e Estados do Brasil. Quirinópolis, GO: IBGE, 2022. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Regiões Geográficas Imediatas, 2017. Disponível em: https://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/divisao_regional/divisao_regional_do_brasil/divisao_regional_do_brasil_em_regioes_geograficas_2017/mapas/52_e_53 _regioes_geograficas_goias_e_distrito_federal.pdf. Acesso em: 06 jan. 2025. MAURY, C. M. Avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para a conservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros. Brasília: MMA/SBF, 2002. Disponível em: https://i-flora.iq.ufrj.br/download/sobre_rj_biodiversidade.pdf. Acesso em: 10 jan. 2023. MOLINA E, Sergio. Turismo e ecologia. Bauru: EDUSC, 2001. MOURA, A. C. M. Reflexões metodológicas como subsídio para estudos ambientais baseados em Análise de Multicritérios. Anais. XIV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Florianópolis, Brasil, 2007. NBR 15505-2:2019. Turismo de aventura - Caminhada, Parte 2: Classificação de percursos. Associação Brasileira de Normas Técnicas, Rio de Janeiro, 2019. NEIMAN, Z. (Org). Meio ambiente, educação e ecoturismo. Barueri: Manole, 2002. NETO, J. A. B.; Carneiro, A. F. T. Análise e aplicação de softwares livres na estruturação de cadastros territoriais urbanos. CONIC, CTG – UFPE, 2010. OLIVEIRA, H. A. de; SANTOS, M. A. Modernização, urbanização e turismo na região das Águas Quentes, 1970-2010. In: OLIVEIRA, Hamilton Afonso de. Diferentes olhares sobre o turismo na região das Águas Quentes de Goiás. Goiânia: Kelps, 2014. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE TURISMO. Visa Openness Report, OMT, 2016. Disponível em: https://www.e-unwto.org. Acesso em: 10 jan. 2024. PRÍMOLA, S.; BRAMBILLA, F.; VANZELLA, E. Acessibilidade no turismo de aventura: a prática de rapel por cadeirantes na Barra de Gramame-PB. T & H Turismo e Hotelaria no contexto da Responsabilidade Social. João Pessoa: Editora do CCTA, 2020. QUEIROZ JUNIOR, V.; MARTINS, A.; BARCELOS, A.; BATISTA, D. Compartimentação Morfopedológica da Microrregião de Quirinópolis, Goiás. REVISTA GEONORTE, [S. l.], v. 5, n. 21, p. 59–64, 2014. Disponível em: //www.periodicos.ufam.edu.br/index.php/revista-geonorte/article/view/1493. Acesso em: 10 jan. 2023. SANCHO-PIVOTO, A.; ALVES, A. F.; ROCHA, M. C. R. Ecoturismo em áreas protegidas: um olhar sobre o perfil de visitantes do Parque Estadual do Ibitipoca, Minas Gerais, Brasil. Revista Geografias, v. 14, n. 2, p. 54–79, 2022. SANTOS, J. C. V. Práticas iniciais de lazer e turismo: a sacralização de rios e cachoeiras no município de São Simão, Goiás, Brasil. Élisée - Revista de Geografia da UEG, v. 6, n. 2, p. 175-187, 2017. SANTOS, J. C. V.; CARNEIRO, V. A.; PAULO, P. O. Serra da Confusão do Rio Preto (Quirinópolis e Rio Verde, Estado de Goiás): trabalho de campo, investigações e ensinagens. Revista Cerrados, v. 15, n. 2, p. 21–45, 2017. SILVA, E. L. da.; MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis: UFSC/ PPGEP/LED, 2000. SILVA, S. C.; SANTANA, N. M.; PELEGRINI, J. C. Caracterização Climática do Estado de Goiás. Secretaria de Indústria e Comércio do Estado de Goiás/ Superintendência de Geologia e Mineração. Série Geologia e Mineração n. 3. 2006. SIMONETTI, Susy Rodrigues; NASCIMENTO, Elimar Pinheiro. Uso público em unidades de conservação: fragilidades e oportunidades para o turismo na utilização dos serviços ecossistêmicos. Somanlu: Revista de estudos amazônicos, v. 12, p. 173-190, 2012. Sistema Estadual de Geoinformação. 2016. “Downloads de arquivos SIG (Shapifile)”.Disponível em: http://www.sieg.go.gov.br. Acesso em: 10 jan. 2023. SOUZA, K. R.; VIEIRA, T. G. C.; ALVES, H. M. R.; VOLPATO, M. L.; ANJOS, L.A.P.; SOUZA, C. G.; ANDRADE, L. N. Classificação automática de imagem do satélite Rapideye para o mapeamento de áreas cafeeiras em Carmo de Minas, MG. In: VII Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, Araxá – MG, Anais, agosto, 2011. Disponível em: https://www.embrapa.br/web/mobile/publicacoes?_buscapublicacao_WAR_pcebusca 6_1portlet_titulo. Acesso em: 10 jan. 2023. TAVARES, F.; IRVING, M. A. Natureza S. A.: o consumo verde na lógica do Ecopoder. São Carlos: RIMA Editora, 2009. TORCHETTO, Natieli Luisa; et. al., O uso do Quantum Gis (QGIS) para caracterização e delimitação de área degrada por atividade de mineração de basalto no município de Tenente Portela (RS). Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, v. 18. n. 2, 2014. WEARING, S.; NEIL, J. Ecoturismo: impactos, potencialidades e possibilidades. Barueri, SP: Manole, 2001. Agência Estadual de Turismo. Governo de Goiás. Disponível em: https://goias.gov.br/turismo/novo-mapa-do-turismo-de-goias-passa-a-contar-com-86- municipios/. Acesso em: 10 dez. 2024. CASEMIRO, Ítalo de P.; SIMÕES, B. F. T.; MORAES, C. M. dos S. Análise da aplicabilidade da Matriz SWOT na gestão e planejamento em Ecoturismo: uma revisão da literatura. Revista Brasileira de Ecoturismo (RBEcotur), [S. l.], v. 15, n.1, 2022. DOI: 10.34024/rbecotur.2022.v15.12603. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/ecoturismo/article/view/12603. Acesso em: 10 jan. 2023. DUBRIN, A.J. Princípios de administração. Rio de Janeiro: LTC, 1998. FERRELL, O. C.; HERTLINE, Michael D. Estratégia de Marketing. Tradução All Tasks e Marlene Cohen. 4. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. GARCÍA REINOSO, N.; CHILAN, D.; YAMIL, N. El producto turístico comunitário como estrategia para diversificar las economías locales del cantón Bolívar, província de Manabí, Ecuador. Revista interamericana de ambiente y turismo, v. 13, n. 1, p. 105-116, 2017. GARCÍA, N.; QUINTERO, Y. Producto de sol y playa para el desarrollo turístico del Municipio Trinidad de Cuba. Revista interamericana de ambiente y turismo, v. 14, n. 1, p. 52-64, 2018. GORANCZEWSKI, Bolesław; PUCIATO, Daniel. SWOT analysis in the formulation of tourism development strategies for destinations. Turyzm/Tourism, [S. l.], v. 20, n. 2, p. 45–53, 2011. DOI: 10.2478/v10106-010-0008-7. Disponível em: https://czasopisma.uni.lodz.pl/tourism/article/view/7579. Acesso em: 10 jan. 2023. HUMPHREY, Albert S. SWOT Analysis for Management Consulting. SRI Alumni Association Newsletter, December 2005. Disponível em: https://alumni.sri.com/newsletters/2005/AlumNews-Dec-2005.pdf. Acesso em: 8 fe. 2025. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Cidades e Estados do Brasil. Quirinópolis, GO: IBGE, 2022. IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Regiões Geográficas Imediatas, 2017. Disponível em: https://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/divisao_regional/divisao_regional_ do_brasil/divisao_regional_do_brasil_em_regioes_geograficas_2017/mapas/52_e_53 _regioes_geograficas_goias_e_distrito_federal.pdf. Acesso em: 06 jan. 2025. IBRET, B.U.; AYDINOZU, D.; BASTEMUR, C.A geographic study on the effects of coastal tourism on sustainable development: coastal tourism in Cide. International Journal of Sustainable Development & World Ecology, v. 20, n. 2, p. 134-141, 2013. MARANHÃO, C.H.S.; AZEVEDO, F.F. A Representatividade do Ecoturismo para a gestão pública do turismo no Brasil: uma análise do Plano Nacional de Turismo 2018- 2022. Revista Brasileira de Ecoturismo, São Paulo, v. 12, n. 1, p. 09-35, 2019. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/ecoturismo/article/view/6714/4278. Acesso em: 03 mar. 2025. MARTINS, Marcos Amâncio P. Gestão Educacional: planejamento estratégico e marketing. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. MATOS, José Gilvomar R.; MATOS, Rosa Maria B.; ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Análise do Ambiente Corporativo: do caos organizado ao planejamento. 1. ed. Rio de Janeiro: E-papers, 2007. MEDEIROS, Janaina Luciana de; NASCIMENTO, Marcos Antonio Leite do; PERINOTTO, André Riani Costa. Análise SWOT e turismo: uma avaliação estratégica no projeto Geoparque Seridó/RN. Ciência e Sustentabilidade – CeS, Juazeiro do Norte, v. 3, n. 1, p.94-123, jan/jun 2017. Disponível em: http://geoparqueserido.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Medeiros-et-al-2017-Analise-SWOT-e-Turismo-Uma-Avaliacao-Estrategica-no-Projeto-Geoparque-Serido.pdf. Acesso em: 9 mar. 2025. MELO, N.R. de. A aplicação da análise SWOT no planejamento turístico de uma localidade: o caso de Araxá, MG. Caderno Virtual de Turismo. Rio de Janeiro, v. 11, n. 2., p.164-176, ago. 2011. Ministério do Turismo. Plano Nacional de Turismo 2024-2027, 2024. Disponível em:https://www.gov.br/turismo/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e- programas/planos/plano-nacional-do-turismo. Acesso em: 03 mar. 2025. MORALES-FERNÁNDEZ, E.J.; LANQUAR, R. El futuro turístico de una ciudad Patrimonio de la Humanidad: Córdoba 2031. Tourism & Management Studies, v. 10, n. 2, p. 07-16, 2014. NEGA, D. Management Issues and the Values of Safeguarding the Intangible Cultural Heritage for Cultural Tourism Development: The Case of Ashendye Festival, Lalibela, Ethiopia. Management, v. 38, 2018. OKAN, T. et al. Assessing ecotourism potential of traditional wooden architecture in rural areas: The case of Papart Valley. Sustainability, v. 8, n. 10, p. 974, 2016. DOI:https://doi.org/10.3390/su8100974. Disponível em: https://www.mdpi.com/2071-1050/8/10/974. Acesso em: 10 jan. 2023. PFEIFF, G.K. et al. Turismo y Desarrollo Local Sustentable: Factores limitantes y potencialidades de la playa de Ajuruteua en el Estado de Pará, Brasil. Estudios y perspectivas en turismo, v. 27, n. 3, p. 716-736, 2018. PITA, M., P., S. Una aproximación a la accesibilidad turística: por um turismo para todos. ROTUR – Revista de Ocio y Turismo, Coruña, 2(1), 157-173, 2009. Disponível em: https://revistas.udc.es/index.php/rotur/article/view/rotur.2009.2.1.1239. Acesso em: 19 mar. 2025. RANGEL, L.A.; SINAY, L. Ecoturismo como ferramenta para criação de Unidades de Conservação no estado do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Ecoturismo, v. 12, n. 4, 2019. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/ecoturismo/article/view/6711. Acesso em: 03 mar. 2025. REZENDE, Denis Alcides. Planejamento Estratégico para Organizações: públicas e privadas. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2008. ROMANI-DIAS, Marcello; SILVA, Caio Sousa da; BARBOSA, Aline dos Santos. Estratégias empresarial: as etapas do processo estratégico e o uso de ferramentas clássicas. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2022. SILVA, C. G.Impactos de programas nacionais de turismo sobre as instituições e organizações turísticas em municípios do Pará (Brasil). In: Turismo & Sociedade. Curitiba, v. 10, n. 3, p. 1-19, set./dez. 2017. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/turismo/article/view/53499. Acesso em: 03 mar. 2025. TEIXEIRA, R, M.; BOMFIM, L. C. Empreendedorismo feminino e os desafios enfrentados pelas empreendedoras [...]. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. São Paulo, v. 10, p. 44-64, jan./abr. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rbtur/v10n1/1982-6125-rbtur-10-1-44.pdf. Acesso em: 03 mar. 2025. ALMEIDA, L. G. V. Ritual, risco e arte circense. Brasília, DF: UNB, 2008. ASCROFT, F. A vida no limite: a ciência da sobrevivência. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BECK, U. Risk society: Towards a new modernity. London: Sage, 1993. Goiás Turismo. Bora pra Goiás. Disponível em: https://www.goiasturismo.go.gov.br/pt/destinos/quirinopolis. Acesso em 9 mar. 2025. Innova Safety. O que é Rapel?, 2021. Disponível em: https://www.innovasafety.com.br/o-que-e-rapel. Acesso em 9 mar. 2025. KRAKAUER, J. In the air: a personal account of the Mount Everest disaster. New York: Anchor Books. 1999. LAVOURA, T. N.; SCHWARTZ, G. M.; MACHADO, A. A. Aspectos emocionais da prática de atividades de aventura na natureza: a (re)educação dos sentidos. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 119-127, 2008. LE BRETON, D. La sociologie du risque. Paris: Presses Universitaires de France, 2012. PAIXÃO, J. A., COSTA, V. L. M., GABRIEL, R. E. C. D., KOWALSKI, M., & TUCHER, G. Risco e aventura no esporte na percepção do instrutor. Psicologia & Sociedade, 23(2), 415-425, 2011. SLOVIC, P. The legitimacy of public perceptions of risk. Journal of Pesticide Reform, 10(1), 13-15, 1990. SPINK.M. J. P; ARAGAKI. S. S; ALVES. M. P. Introdução: Da Exacerbação dos Sentidos no Encontro com a Natureza: Contrastando Esportes Radicais e Turismo de Aventura. Psicologia: Reflexão e Crítica. vol. 18, n. 1, p.26-38, 2005. TAHARA, Alexander Klein; FILHO, Sandro Carnicelli. A presença das atividades de aventura nas aulas de Educação Física. Arquivo de Ciências do Esporte – v.1 n.1 p.60-66, março 2012. TORRES, D., CARVALHINHO, L., VERIATO, M., MATEUS, N., MATA, C. Perceção do risco e ocorrência de lesões entre praticantes e técnicos de Canyoning. Revista da UI_IPSantarém. 11(1), e27890, 2023. Disponível em: https://revistas.rcaap.pt/uiips/article/view/27890. Acesso em: 09 mar. 2025. XAVIER, E. M.; FERREIRA, R.; FERRAZ, S.; GALHARDO, W. C.; ALMEIDA, M. A. B. Projeto ‘Alturoterapia’: rapel e atividade física para cadeirantes. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 17, No 171, Agosto de 2012. Disponível em: https://www.efdeportes.com/efd171/rapel-e-atividade-fisica-para-cadeirantes.htm. Acesso em: 9 mar. 2025.por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDesenvolvimento Sustentávelpor
dc.subjectSustainable Developmenteng
dc.subjectRapelpor
dc.subjectRappellingeng
dc.subjectTurismo de Experiênciapor
dc.subjectExperiential Tourismeng
dc.subjectTurismo Sustentávelpor
dc.subjectEducation for Sustainable Development,eng
dc.subjectSustainable Tourismeng
dc.subjectGeorreferenciamento - Cachoeiraspor
dc.subjectGeoreferencing – Waterfallseng
dc.subjectEcoturismopor
dc.subjectTurismo Ambientalpor
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::TURISMOpor
dc.titlePotencial de ecoturismo, mapeamento e caracterização de cachoeiras em Quirinópolis, Goiás, Brasilpor
dc.title.alternativeEcotourism potential, mapping, and characterization of waterfalls in Quirinópolis, Goiás, Brazileng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:Mestrado em Ambiente e Sociedade

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Dissert_2025_PPGAS_Gercimar Martins Cabral Costa.pdf2,78 MBAdobe PDFBaixar/Abrir Pré-Visualizar


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.