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dc.creatorSouza, Raquel Rosa de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5772338874864158por
dc.contributor.advisor1Pereira, Ariovaldo Lopes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0247640177440705por
dc.contributor.referee1Pereira, Ariovaldo Lopes-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0247640177440705por
dc.contributor.referee2Silva, Barbra do Rosário Sabota-
dc.contributor.referee3Andrade, Marina Mastrella-
dc.date.accessioned2023-10-09T11:29:55Z-
dc.date.issued2020-03-24-
dc.identifier.citationS.R.R.Educação linguística com foco na afetividade : práticas pedagógicas críticas no Programa Idiomas sem Fronteiras. 2020. 92f. Dissertação( Mestrado Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias) - Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Socioeconômicas e Humanas, Anápolis,GO.por
dc.identifier.urihttp://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1324-
dc.description.resumoDiante dos movimentos globais para internacionalização das universidades, surgem questionamentos sobre os processos que envolvem a educação linguística. Neste estudo, procuro entender como é formada a subjetividade dos sujeitos e sua importância na educação linguística crítica. Discuto as relações sociais e políticas que interferem na educação linguística, enquanto busco compreender a influência da afetividade nesse processo. Esta pesquisa foi realizada no Programa Idiomas sem Fronteiras na Universidade Estadual de Goiás, em Anápolis, é de caráter qualitativo interpretativista, considerando a subjetividade da pesquisadora e dos sujeitos pesquisados. As observações das aulas contemplaram os aspectos sugeridos por Ludke (1996), como descrição dos sujeitos, das atividades, e comportamentos. Além disso, tem uma abordagem pós-estruturalista relacionando língua, subjetividade, organizações sociais e poder (RICHARDSON, 1994, p. 518). No desenvolvimento teórico, encontro amparo para esta pesquisa na visão do letramento crítico de Jordão (2014; 2016; 2019), Pennycook (1999; 2012; 2017), Rajagopalan (2003; 2010; 2013; 2014) que rompe com a lógica do imperialismo linguístico, Phillipson (1992), Bonnie; Heller (2017) e percebem os indivíduos envolvidos no processo de educação linguística como seres sociais, corporificados e imersos em emoções que sofrem influência desses âmbitos na construção de sentido. Além disso, para desenvolver as discussões sobre subjetividade e a educação linguística, me afilio ao pensamento de Weedon (1997), Woodward (2002) e Fortes (2017). Este estudo mostrou que práticas docentes pautadas na afetividade podem ajudar a quebrar barreiras que os alunos têm como medo e vergonha de falar inglês, causados pelos discursos de superioridade dos falantes nativos. Esta pesquisa evidenciou que uma educação linguística crítica com foco na subjetividade e afetividade pode transformar como os sujeitos exercem suas agências, como se veem e como veem os outros. Assim, proporcionando um fortalecimento das subjetividades e o desenvolvimento da alteridade no ambiente da sala de aula. Finalmente, esta pesquisa mostra que ainda há esperança em trazer cores para uma educação linguística que parece até então só poder ser preta e branco, dicotômica e binária.por
dc.description.abstractIn face of the global movements to the internationalization of the universities, many questions about the linguistic education arise. In this work, I pursue to understand how the individual’s subjectivity is formed and its importance in critical linguistic education. I discuss the social and political relationship that interfere in linguistic education while I seek to understand the influence of affectivity in this process. This research took place in the Language without Borders Program at State University of Goiás in Anápolis. It is a qualitative study that considers the subjectivity of the individuals involved in the research. The observations contemplate the aspects proposes by Ludke (1996), such as description of individuals, activities and behaviors. Thus, it has a pos-structuralist approach relating language, subjectivity, social organizations and power (RICHARDSON, 1994, p. 518). In the theory development I find support in the studies of critical literacy of Jordão (2014; 2016; 2019), Pennycook (1999; 2012; 2017), Rajagopalan (2003; 2010; 2013; 2014) that break free from the colonial logic of the linguistic imperialism, Phillipson (1992), Bonnie; Heller (2017) and see the individuals implicated in the linguistic education as social beings, embodied and immerged in emotions that are affected by those ambits in the meaning making. Furthermore, to develop the discussions about subjectivity and linguistic education, I affiliate with the work of Weedon (1997), Woodward (2002) and Fortes (2017). This study has showed the pedagogical praxis embedded in affectivity may help students to break barriers such as shame and fear of speaking in English caused by the discourse of native speakers’ superiority. This research also remarked that linguistic education with focus on the subjectivity and affectivity may transform how the individuals work their agency and how they see each other. Therefore, this context provides a strengthening of the student’s subjectivity and the development of alterity in the classroom environment. Finally, this research points out that we still have hope to bring colors to a linguistic education that until now has showed to be black and white, dichotomic and binary.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Cida Cida (bibcentral@ueg.br) on 2023-10-09T11:26:12Z No. of bitstreams: 2 Dissertação_VersãoFinal_Raquel-1.pdf: 1336311 bytes, checksum: 4f2a69ef7585d039a94c7d6c81437d8b (MD5) license.txt: 2109 bytes, checksum: b76a28645f58b21aeda00ac459312a65 (MD5)eng
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Cida Cida (bibcentral@ueg.br) on 2023-10-09T11:29:55Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Dissertação_VersãoFinal_Raquel-1.pdf: 1336311 bytes, checksum: 4f2a69ef7585d039a94c7d6c81437d8b (MD5) license.txt: 2109 bytes, checksum: b76a28645f58b21aeda00ac459312a65 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2023-10-09T11:29:55Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertação_VersãoFinal_Raquel-1.pdf: 1336311 bytes, checksum: 4f2a69ef7585d039a94c7d6c81437d8b (MD5) license.txt: 2109 bytes, checksum: b76a28645f58b21aeda00ac459312a65 (MD5) Previous issue date: 2020-03-24eng
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Goiáspor
dc.publisher.departmentUEG ::Coordenação de Mestrado Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologiaspor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEGpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Interdisciplinar em Educação, Linguagem e Tecnologias (PPG-IELT)por
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducação linguística - Subjetividadepor
dc.subjectEducação linguística - Afetividadepor
dc.subjectEducação linguística - Idiomas sem Fronteiraspor
dc.subjectLinguistic education - Subjectivityeng
dc.subjectLinguistic education - Affectivityeng
dc.subjectLinguistic education - Language without Borderseng
dc.subject.cnpqLINGUISTICA::TEORIA E ANALISE LINGUISTICApor
dc.subject.cnpqLINGUISTICA::PSICOLINGUISTICApor
dc.titleEducação linguística com foco na afetividade : práticas pedagógicas críticas no Programa Idiomas sem Fronteiraspor
dc.title.alternativeLanguage education with a focus on affectivity: critical pedagogical practices in the languages without borders programeng
dc.typeDissertaçãopor
Aparece nas coleções:Mestrado em Educação Linguagem e Tecnologias(IELT)

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